Dicas

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Cadeira de rodas para animais

Cadeira de rodas para animais

Cadeira de Rodas Gratuitas

Dani e Carlos estão construindo estas cadeiras de rodas para animais. Estas cadeiras estão sendo cobradas a preço de custo (R$50,00) + frete. Email: d_nramos@hotmail.com

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Veja como fazer a cadeira de rodas:

veja outros projetos de cadeiras de rodas para cães: http://sites.google.com/site/yloveyoutube/

 

 

Caminha PVC

Caminha PVC

 
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Estas caminhas feitas com canos de PVC,são práticas,higiênicas e fáceis de fazer.
São muito utilizadas em canis e abrigos americanos por apresentarem inúmeras vantagens.
 
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São de uso ortopédico, excelente para animais com problemas de articulação,quadris,animais idosos e pesados.
– Por ser elevada facilita para estes animais o ato de deitar, levantar e sair da cama,diferente das almofadas. – Evita a formação de calos. – É uma excelente opção para animais com incontinência urinaria (veja na imagem abaixo)
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Veja como ela funciona com cães com incontinência.Coloque um bandejão sob a caminha para aparar a urina.  É prático e fácil de manter tudo limpinho.
– Podem ser facilmente higiênizadas,colocadas diretamente debaixo da torneira com agua ,esponja e sabão,evitando assim mau cheiro,germes.
– Secam rapidamente
– No inverno é só colocar um colchonete quentinho – Por ser elevada ,evita a umidade e friagem do contato direto com o piso ,evitando a presença do fungo

– São leves e fáceis de erguer permitindo limpeza total do ambiente
– Resistente e duráveis. – São ventiladas permitindo a circulação do ar no calor
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Material necessário: Canos, Juntas e Terminais de PVC, lona ou Tela (que permita ventilação e de fácil limpeza). Para fixar o tecido será necessário: Furadeira e parafusos ou máquina de fixar parafusos ou máquina de costura.

Montagem do PVC

cid_b174a827ec2f4a7cb87b7e648f2e6f8bultimatepc Com os canos cortados (pode pedir para cortar na loja onde comprar). Una as juntas

cid_5a5856ac2be54b2689f63d1625c27e3dultimatepc Faça um retângulo ou quadrado conforme preferir

cid_f5f6db7acfae482fb8a5f28875267de2ultimatepc Monte os pés agoras

cid_5ba5a09238f1473d9b1c9f2332a1bbaaultimatepc Encaixe os pés desta maneira na moldura

cid_da62d8ab6882470fb17815f8493237faultimatepc O tecido pode ser preso com parafusos ou costurado.

Uma observação importante

Na hora de fixar o tecido no modelo com parafusos no canto observe : Correto – Parafusos na beira evitando que o cão roa o tecido. Errado – Tecido que sobra o cão acaba roendo e estragando rápido a cama.

Assista ao vídeo explicativo de como montar uma cama de PVC (está em inglês,mas as imagens dizem tudo).

Abaixo alguns modelos

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Caso se torne um craque,que tal fazer um mutirão com amigos e doar para abrigos? PENSE NISSO !

Fontes Pesquisadas:

Caminha de bacia

Caminha de bacia

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Vejam a idéia do Iglú feito com duas bacias, ideal para cães pequenos e gatos. Sai muito barato, e é extremamente eficáz.

No Blog da Thata, há um passo-a-passo de como fazer

Caminha de cachorro feita com pneu

 

Casinha de cachorro feita com caixa dágua

 

Roupas usadas: o que fazer?

Roupas usadas: o que fazer?

MODA ÉTICA – NEIDE SCHULTE

11 de novembro de 2013 às 11:40

Quando as pessoas se deparam com o guarda-roupa lotado a primeira ideia é separar as peças que menos usa para doação. Geralmente a doação é feita para familiares, amigos, campanhas e instituições de caridade.

Antes da doação, no entanto, é importante fazer uma avaliação para identificar algumas peças que podem ser reutilizadas, como camisetas e outras peças de algodão, para serem usadas como panos de limpeza, principalmente se estiverem desgastadas, descosturadas ou furadas, pois geralmente as pessoas que recebem doações não sabem costurar e as roupas podem acabar no lixo.

Outras peças podem ser transformadas, customizadas ou tingidas para continuarem em uso, adquirindo um aspecto de “novas”. Pois é comum o descarte ser feito apenas pelo desgaste estético.

Após esta avaliação, as peças devem ser lavadas, pois podem ficar manchadas se forem doadas sujas. Além disso, para as pessoas que recebem e fazem a triagem é insalubre lidar com peças nesse estado, desvalorizando-as e muitas vezes gerado o descarte das mesmas.

É importante também lembrar que muitas vezes as pessoas que recebem as roupas estão em situação de privação de água, produtos de limpeza, e terão que vesti-las no estado em que se encontram. Portanto devem estar limpas e inteiras (com botões, zíper, etc).

Em levantamento realizado in loco na central de recebimento de doações na SERTE – Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação de Florianópolis SC – mais especificamente na central de doações e brechós, em parceria com o Programa de Extensão Ecomoda e o Instituto Trama Ética, identificou-se problemas gerados devido ao excesso de doações de forma inadequada e elaborou-se um guia para orientar os doadores e capacitar os voluntários para triagem e customização de roupas para a venda nos brechós.

O guia baseia-se nos preceitos de 5R´s (repensar, reduzir, reaproveitar, reutilizar, reciclar). Repensar e reduzir o consumo, reaproveitar e reutilizar as roupas e reciclar o que não puder ser aproveitado e outra forma.

O guia elaborado elencou os seguintes procedimentos para separar peças de vestuário destinadas à doação:   – Repensar a quantidade de roupas que você tem e verificar as que realmente são usadas. Limpar e organizar o seu guarda-roupa, separando as peças que são usadas com menos frequência e que poderão ser doadas sem fazer falta;

– Reduzir o consumo, comprar o que for realmente necessário, não comprar por impulso;

– Reaproveitar e reformar as roupas, compartilhar com outra pessoa da família ou com amigos;

– Reutilizar as roupas para transformar em outras peças e se estiverem desgastadas usar como panos de limpeza ou para enchimento de puffs, almofadas e outros;

– Reciclar tecido envolve um processo industrial que no Brasil está em desenvolvimento, é uma opção para peças que não têm aproveitamento de outra forma.

Para facilitar a triagem e o aproveitamento das peças doadas deve-se (1) lavar as peças; (2) separar as roupas por tipo, ou seja, bermudas, calças, camisas, camisetas, acessórios, entre outros, ou ainda as que têm algum defeito; e (3) pesquisar sobre a instituição que receberá as peças para saber qual o destino delas.

A adoção desses procedimentos para doação de roupas facilita a triagem o encaminhamento das mesmas, seja para instituições, brechós ou projetos sociais que as reutilizam para fazer outros objetos, ou as customizam para agregar valor estético e estender a vida útil das mesmas, evitando que sejam descartadas e se tornem lixo.

Com a reutilização das roupas também podem ser feitos muitos outros objetos como no exemplo a seguir. A cama para os gatos Romeu e Tortie foi feita com um blusão de inverno com enchimento de retalhos descartado numa confecção de camisetas. Aprenda a fazer abaixo:

Material:

* 1 calça de moletom que não serve mais;
* Enchimento de acrílico. Um pacotão custa em média R$ 24,00. O que foi usado foi 1/6 do pacote = R$4,00
* Tesoura, linha, agulha e 1 hora de trabalho
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1. Corte as pernas da calça bem rentes ao “cavalo”.
2. Encha as duas pernas com o acrílico.
3. Junte uma perna na outra e costure com pontos invisíveis.
4. Depois junte a outra extremidade e costure para formar uma “boia”.
5. Descosture o elástico da calça, para ganhar mais tecido.
6. A sobra de tecido que fica no “cavalo” da calça, deve ser cortada e unida com pontos invisíveis para que fique um retangulo. Este retângulo será o fundo da boia.
7. Vá unindo o retângulo à boia, sempre com pontos invisíveis. Use as costuras laterais das pernas como guia, assim facilita a união. Costure toda a volta mas, antes de fechar tudo, encha com acrílico o retângulo e aí sim, termine de fechar. Remexa o enchimento para dar formato arredondado e uniformizar o enchimento.
8. Pronto! Agora coloque do lado correto e chame o seu gato para fazer o controle de qualidade.
9. Gato é exigente! Ele virá “amassando” um pouquinho e vai confirmar que está bem fofinho.
10. E se afunda no macio que ficou… relaxante…
11. Que quentinho!
12. ZZZZZzzzZZzzz
(Foto: Rede Bichos)

A cama onde Romeu, a Tortie e o demais companheiros dormem foi feita com uma cama de casal antiga, um colchão e um cobertor recolhidos na rua.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

Sempre que algum objeto for reutilizado para fazer outro, ao invés de ser descartado, seja uma roupa, um móvel ou alimento, estará se contribuindo para reduzir danos ao meio ambiente. Pois a produção de qualquer matéria-prima nova gera danos maiores do que a reutilização e o prolongamento do ciclo de vida dos produtos.

Ao reduzir o consumo, reformar e transformar as roupas, ou comprar roupas em brechó, está se contribuindo para a redução do uso de produtos químicos como agrotóxicos na plantação de algodão, alvejantes e corantes que ainda são descartados em rios sem o devido tratamento, que matam animais, plantas e gradativamente os humanos. Além disso, reduz-se o uso de água e energia que evitará a construção de tantas usinas hidrelétricas, que expulsam e matam muitas espécies de animais e plantas, para atender a demanda da produção e consumo desenfreados.

Para achar animais perdidos

Para achar animais perdidos:

Fonte: Projeto Batalha Animal – São Paulo
*Colocar faixas nas ruas (mesmo que a prefeitura tire, basta um dia para muitas pessoas verem) *Distribuir cartazes em comércios (padarias, farmácias, bancas de jornais, postos de gasolina, pets, lojas…) *Distribuir cartazes em clínicas e pet shops do bairro em que o animal fugiu e bairros adjacentes. *Contratar carros de som para anunciar a fuga do animal no bairro que o animal fugiu e bairros adjacentes (tem dado excelente resultado) *Colocar anúncio nos sites de animais perdidos *Colocar anúncio no Facebook, Orkut… *Colocar um cartaz do animal no vidro do carro *Anunciar numa rádio/jornal local *Enviar o cartaz por e mail para amigos, parentes, Ongs e protetores de animais *Deixar cartazes nos CCZs (Centro de Controle de Zoonoses da cidade onde o animal fugiu) e ir de tempos em tempos neste local

Endereços de alguns CCZs de S.Paulo:

*CCZ DE SÃO PAULO/CAPITAL: Rua Santa Eulália 86

*CCZ DE GUARULHOS: Rua Padre Noronha nº 110 – Santa Mena – Guarulhos – S.P. *CCZ DE DIADEMA: Rua Ipoá nº 40 – Jd. Inamar – Diadema – S.P. *CCZ DE SANTO ANDRÉ: Rua Igarapava nº 239 – Valparaíso – Santo André – S.P. *CCZ DE SÃO BERNARDO: Endereço novo: Av. Rudge Ramos, 1740(o endereço antigo era Av.Walace Simonsen nº 1900 – Nova Petrópolis). *CCZ DE SÃO CAETANO: Rua Justino Paixão nº 141 – Mauá – São Caetano – S.P. *CCZ DE OSASCO: Av. Lourenço Belloli, 1480 – Pq. Industrial Mazzei – Osasco – S.P.

*Contratar detetives que procuram animais:

Agência Philadelphia – Telefone preto (11) 3813-9988 ou 9454-5859. Central Única Federal dos Detetives do Brasil – Telefone preto (11)3522-9170 begin_of_the_skype_highlighting (11)3522-9170 end_of_the_skype_highlighting Detetive Marcondes – Telefone preto (11) 6530-1515 ou 8555-3770 – Achou a cadela Branquinha

Alguns atendem pessoas de fora de São Paulo. EM S.P. É PRECISO DIGITAR O NÚMERO 9 NA FRENTE DE ALGUNS NÚMEROS DE CELULAR.Importante: *Muitas pessoas não conhecem raças de animais, desta forma o cartaz deve conter a foto do animal e/ou a sua descrição além da raça, ou mencionar mestiço ou então colocar sem raça definida. *Colocar dia, mês e ano da fuga (porque vai ficar nos sites de animais e rodando pela Internet) *Colocar cidade/estado (o anúncio vai para protetores de várias localidades) *Colocar bairro de onde o animal fugiu ou sumiu *Colocar pelo menos 2 contatos (dono/parente): Primeiro nome e telefone celular com código da cidade *Colocar e mail do dono (importante para o caso de alguém achar um animal parecido, poder enviar a foto) *Colocar Gratifica-se: Não colocar valores *Em caso de assalto em casa ou no carro onde o animal foi levado, é comum os ladrões soltarem o animal no mesmo dia ou depois de um tempo, devido ao medo de denúncias de vizinhos ou outros. Recomenda-se que os donos não anunciem que o “animal foi roubado” porque os ladrões podem escondê-lo ou soltarem o bichinho muito longe para não serem incriminados. O ideal é que os tutores anunciem em diversas localidades e na mídia que durante o assalto o animal sumiu e pode ter sido solto em qualquer região ou cidade próxima, e que gratificam quem achá-lo. A persistência dos donos é fundamental…redistribuir os cartazes toda semana ou a cada 15/20 dias, conforme as possibilidades. Muitos animais são achados depois de 1,2, 3…6 meses, até 1 ano. Há casos registrados da volta do animal depois de 2 e até de 5 anos. Alguns cuidados: O anúncio da fuga de um animalzinho mobiliza muita gente. Muitas pessoas querem ajudar. Assaltos nestes casos não são freqüentes, mas já aconteceram, desta forma alguns cuidados devem ser tomados: Se o dono do animal receber ligações, é recomendável que vá sempre acompanhado (a) com mais pessoas e que fiquem observando de longe. Dependendo do local, é melhor pedir para a pessoa trazer o animal e dizer que gratifica. Caso a pessoa queira trazer o animal não é recomendável fornecer o endereço da casa do dono do animal. É mais seguro marcar numa padaria, posto de gasolina ou algum local de movimento.  Os donos não devem desistir! Com essas medidas muitas pessoas conseguiram recuperar seus animais. Para evitar este sofrimento é importante manter o animalzinho permanentemente (mesmo dentro de casa) com coleira com plaquinha de identificação com o telefone celular do dono com o código da cidade.Também é interessante microchipar o animal, porém este método ainda é pouco conhecido no Brasil. O ideal é utilizar-se das duas formas de identificação.As plaquinhas podem ser achadas em vários pet shops e lojas que vendem produtos para animais. Em São Paulo nas lojas Cobasi fazem as plaquinhas em 10 minutos.Projeto Batalha Animal – São Paulo
Quando animais são levados durante assalto de carro os tutores devem ir à estação de rádio e televisão, para fazer apelo, pra quem viu o seu animalzinho de estimação
o endereço do Balanço Geral eles ajudam, anunciando animais perdidos
Telefone: 11-3661-6692 falar com Bruna, ou agenciarecord@rederecord.com.br

Treinar o cão para ficar sozinho em casa

TREINAR O CÃO PARA FICAR SOZINHO EM CASA

“Este livro não é um manual de instruções, mas tantos cães sofrem quando são deixados sozinhos – e a prevenção disso é tão simples – que resolvi incluir o seguinte sumário de procedimentos para ensinar um cachorro a ficar sozinho em casa sem sofrer ansiedade pela ausência das pessoas. […] Os cães aprendem todos os tipos de conexões (ligar sinais a coisas agradáveis ou desagradáveis) quase de forma espontânea e estas precisam ser orientadas para o próprio bem estar do cão.”

John Bradshaw do livro “CÃO SENSO – Como a nova ciência do comportamento canino pode fazer de você um verdadeiro amigo do seu cachorro.” Editora Record, 2012

ANSIEDADE POR SEPARAÇÃO – SOLIDÃO

Muitos cães aprendem que, quando a pessoa pega as chaves do carro ou a bolsa , segue-se um período indeterminado de solidão.
O truque é ligar tais deixas com bons resultados como afeição e a volta do dono – antes que possam ficar associadas como resultado negativo da separação.
Então, treine seu companheiro canino para ficar sozinho.
1 – Pegue as chaves (ou a bolsa) vá para a porta e elogie o cachorro.
2 – Pegue as chaves, cruze a porta, volte direto para dentro e elogie o cão.
3 – Pegue as chaves, vá lá fora espere 1 minuto, volte e elogie o cão.
4 – Pegue as chaves, vá lá fora, espere 2 minutos, volte e elogie o cão
5 – E, vá aumentando o tempo para 5, 10 minutos, volte e elogie o cão.
6 – Diante de qualquer sinal de ansiedade do animal (pular, latir) não o recompense com elogio ou carinho e volte atrás um estágio.
Assim o cão aprende que essa movimentação significa o retorno do seu dono (resultado bom) e não a partida dele (resultado ruim).
TÉDIO QUE DESTRÓI
Muitos cães, mesmo aqueles que não são afetados em particular pela ausência do dono, ficam entediados quando deixados sozinhos por longos períodos de tempo e podem destruir coisas e móveis apenas para ter o que fazer. Cães que roem, mastigam e mordem coisas quando estão sozinhos devem ter sua atenção desviada para algo “mastigável” com sabor gostoso como “alimentador com quebra-cabeça” cheio de petiscos. Como os cães dependem muito do cheiro de seu ambiente, podem ficar mais confortáveis se a pessoa deixar uma peça de roupa com seu cheiro próximo ao cão.
IMPORTANTE
Não castigue seu cachorro ao chegar em casa e descobrir que ele fez algo que você não queria. Isso só vai torná-lo mais ansioso.
Seu cão não aprenderá a fazer a coisa certa quando leva bronca. Ele pode entender que você não gostou de algo que ele fez, mas não vai entender o que deve fazer para não levar bronca.
Cães aprendem quando recebem um reforço positivo para a atitude que você espera dele.
Assim como estas sugestões podem ser úteis para prevenir um comportamento problemático, podem também funcionar para acalmar um cachorro que apenas começou a ficar angustiado por ter sido deixado sozinho. No entanto, se elas não funcionarem em uma ou duas semanas, recomendo que procure a ajuda de um especialista em comportamento canino qualificado.
Texto adaptado do livro CÃO SENSO de John Bradshaw , página 236, Editora Record
Sugerido por Gato Verde

Como evitar brigas com um novo cachorro em casa

Como evitar brigas com um novo cachorro em casa

Fonte: http://www.bitcao.com.br

Muitas pessoas que já possuem um cãozinho resolvem ter outro para fazer companhia ao primeiro, ou simplesmente gostam tanto de cães que resolvem aumentar a família. Se para alguns a tarefa de reunir cachorros é fácil, para outros pode significar uma tortura. Como fazer para os peludos se darem bem e não haver brigas na casa?

Se pararmos para pensar no assunto com cuidado, veremos que as variáveis são muitas e as chances de sucesso na introdução de um novo membro na matilha podem ficar comprometidas. É possível pensar em diversas combinações entre o cachorro que vai ser introduzido e o cachorro que já está na família e, em cada uma destas combinações, existir uma particularidade (independente do temperamento do cachorro que já temos em casa e do cachorro que vai chegar).

Precisaríamos de um livro para detalhar todas as possibilidades, então vamos passar uma ideia geral da técnica para se introduzir um novo cão na família e, quando for oportuno, faremos um comentário sobre casos específicos.

 

A técnica do passeio

Talvez a forma mais fácil e menos traumática para se apresentar um novo cão à sua matilha seja levando todo mundo para dar um passeio do lado de fora da casa. Um território neutro costuma fazer milagres nas relações caninas.Se você está adotando um cachorro adulto é só colocar todos os seus cachorros na guia e levá-los para passear. Logo no início do passeio peça a alguém, que os seus cães conheçam e gostem, para se aproximar segurando o novo membro da família em uma coleira, passando a caminhar todos juntos, mantendo uma distância segura entre os cães. De início, não pare para “apresentar” os cães. Simplesmente coloque todo mundo para andar. Se você tem só um cachorro, coloque-o para andar ligeiramente na frente do novato. Já se você tiver uma pequena turma, coloque o que costuma ser o líder na frente e deixe o novato no final do pelotão. Quando todo mundo já estiver um pouco cansado e já tiverem aceitado a proximidade do novo cão, é a hora de deixar que eles se cheirem.

Procure sempre estar com os cachorros mais antigos e a outra pessoa segurando o novo cão. Um monte de carinhos e biscoitos ajudam a dar uma sensação de bem estar entre os peludos. Se você estiver apresentando um filhote à cachorros adultos é provável que não haja brigas. Dificilmente (mas não é garantido) um cão adulto ataca um filhote. E se todo mundo for filhote, aí é que não tem problema mesmo. Eles vão logo se animar e começar uma brincadeira!

 

A apresentação dentro de casa

Se o filhote a ser apresentado ainda for muito pequeno para ir à rua, apresente os seus cães na casa de um amigo que represente “território neutro”. Devidamente apresentados, então é hora de voltar para casa. Faça os seus cães entrarem primeiro, solte-os da guia se você já estiver confiante e só depois entre e solte o novo membro. Se os seus cachorros derem uma certa “imprensada” no novo amigo e se ele for filhote, não fique excessivamente preocupado. Isso é normal e eles não deverão machucar o novato, que deve se colocar em uma posição física e hierarquicamente inferior aos seus cães. Interfira apenas se os cachorros estiverem realmente machucando o novo peludo, ou se o novato resolver “encarar” o assédio. Neste caso, ponha todo mundo na guia novamente e só solte quando todos estiverem mais calmos. Uma cerca ou um portão para separar ajudam, mas ao mesmo tempo é importante permitir que eles se vejam e se cheirem. Cuidado para não separá-los por muito tempo (mais de uma semana), pois as chances de juntá-los ficam muito menores.

Outra boa estratégia é primeiro deixar o filhote com o cão mais amoroso e paciente da matilha atual, num local mais reservado e seguro. Assim, o cão mais novo forma um laço de amizade e companheirismo com um cão que já faz parte da matilha, facilitando a sua aceitação pelos outros membros.Nunca deixe o cãozinho a sós com os veteranos. Apesar de, em geral, o filhote ser bem aceito pelos cães adultos, há casos de ataques e a chance de lesões graves são altas.

 

Alguns cuidados especiais

Certifique-se que o filhote tenha o seu próprio pote de comida, água, paninho ou caminha para deitar e um cantinho para ficar quieto. Aproveite para garantir que o cachorro mais velho tenha um lugar especial para se manter afastado do novato, principalmente se o cachorro que já estava na casa é adulto e você está recebendo um filhote, ou se o cachorro mais antigo é de pequeno porte e o mais novo é de grande porte.

Reforce, a todo momento, que os que já moravam na casa tem privilégios que o pequeno ainda não pode desfrutar. Fale, brinque e alimente primeiro o mais velho. Se o cão “das antigas” resolver tirar o brinquedo da boca do novato e ainda atormentar um pouquinho o novato, deixe. Quanto menos interferirmos nos “arranjos caninos”, melhor!

 

O que é melhor: mesmo sexo e mesma raça?

Cães do mesmo sexo (macho com macho, fêmea com fêmea), tendem a ter uma dificuldade muito maior para se adaptar do que quando os sexos são opostos. Além disso, se eles não brigarem enquanto um é mais velho e o outro é filhote, as chances de brigas aumentam quando se tem dois machos ou duas fêmeas adultas na mesma casa.

Se você está pensando em ter cachorros de sexo opostos, mas não quer ou não pode cruzá-los no futuro, castre-os o quanto antes. Acredite, não existe “separar” macho da fêmea quando ela está no cio. Até criadores experientes, com espaço mais do que suficiente, empregados treinados e canis reforçados já passaram pela experiência de ter um cachorro escalando muros impossíveis de serem escalados, fêmeas passando por frestas inimagináveis e filhotes nascendo de encontros difíceis de terem acontecido! Se você mora em apartamento, não é aconselhável a vasectomia do macho (recurso em que o macho pode cruzar, mas não produz filhotes), pois a choradeira e os uivos durante o período de cio da cadela vão deixar você esgotado e os vizinhos furiosos.

Raças iguais tendem a se dar melhor entre si, mas não é uma regra absoluta. Terriers, de um modo em geral, não deveriam ser colocados com cachorros do mesmo sexo, como também não deveriam ter mais do que um companheiro/companheira. Tenha em mente que quanto mais cachorros a sua matilha tiver, mais difícil será manter uma harmonia permanente, tornando a introdução de um novo membro cada vez mais delicada.

 

E se, apesar de todos os cuidados, acontecer a tão temida briga? 

Às vezes, dois peludos que sempre se deram bem passam a brigar quando adultos, ou depois que um deles teve algum problema e precisou ficar isolado por algum tempo. Nestes casos, é importante se tomar as medidas corretivas o mais rápido possível, com o risco de poder impactar bastante no resultado e na frequência que novos confrontos poderão ocorrer.

Para reduzir os efeitos negativos de uma briga: * Mantenha cada cão com a sua coleira para ter onde segurá-lo, se necessário;* Tente separar os briguentos direcionando sobre eles o jato de ar do Pet Corrector, principalmente se seus cães são grandes ou quando dificilmente serão separados sem risco de você levar uma grande mordida, ou de um cão machucar muito gravemente o outro;* Quando os cães estiverem separados leve um por vez, na guia, para passear (lembrando de levar sempre primeiro o mais dominante). Isso ajuda a acalmar e costuma ser suficiente para os cães esquecerem as suas diferenças. Depois do passeio deixe os dois juntos, sob supervisão temporária, ou presos pelas coleiras e guias a uma distância segura, mas no mesmo ambiente. Uma variante interessante é os dois saírem para passear levados por condutores diferentes, na guia, e se encontrarem em ambiente neutro, onde poderão interagir à vontade;* Procure não deixar os cães separados sem se verem por muito tempo. É melhor manter os dois juntos no mesmo ambiente, cada um no seu canto, do que deixar que os peludos “dominem” uma parte da casa e não permitam mais o outro chegar perto.

A grande sacada, se você só tem um cachorro, mas vislumbra a possibilidade de um dia ter outro, é não perder tempo nem uma oportunidade de ouro de socializar bem o seu peludo. Comece a socializar o seu filhote com outros cães o quanto antes, procure convidar sempre os cachorros dos seus amigos para virem visitar a sua casa. Quanto mais acostumado a “receber” visitas caninas e mais acostumado a brincar com outros semelhantes o seu cachorro for, mais fácil será para ele aceitar companheiros permanentes na sua casa. Por falar nisso, que tal aproveitar e apresentar o seu filhote a gatos, hamsters, tartarugas, pássaros e outros bichos? Sabe como é, quem gosta de animais deve estar preparado para tudo! 

Importante: são poucos os casos em que o cachorro que já está na casa não aceita o outro de jeito nenhum (seja o novato de outro sexo, seja filhote, seja manso, seja o que for), mas estes casos existem. Se você tem um cachorro deste tipo peça a ajuda de um profissional experiente para fazer a avaliação correta dos seus bichos. Dependendo do caso, pode ser melhor desistir da ideia de ter outro cachorro. Não vale a pena viver o estresse diário das brigas, dos cortes, das visitas ao veterinário e a constante preocupação de manter a quase impossível tarefa de deixar os peludos afastados uns dos outros.