Educadores humanitários no Brasil

Quando você compartilha seu conhecimento, você não está apenas dividindo ou repassando informação, você abre espaço para a troca e para o crescimento: seu e do outro.
Conte-nos sobre seu trabalho como educador humanitário para inspirar mais pessoas a seguir por esse caminho da paz!

Envie-nos sua experiência já realizada

Marcela Teixeira Godoy – Ponta Grossa/PR

Marcela Teixeira Godoy – Ponta Grossa/PR

O que motivou a trabalhar com educação humanitária?
O utilitarismo, antropocentrismo, o machismo, o especismo presente nos conteúdos e nos discursos de quem trabalha com o Ensino de Ciências.

Como começou?
Ganhei de uma aluna de Pedagogia, Tamara Dantas, o dvd A carne é fraca do INR. isso me levou a outras referencias como Tom Regan e Sonia Felipe. isso foi em 2005 quando eu trabalhava na rede estadual com a educação básica e na universidade como professora de estágio e docência em ciências biológicas. apesar de ha 15 anos trabalhar com tema humanitários, foi em 2005 que introduzi a temática animalista abolicionista em minhas práticas.

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Vanessa Ferreira da Silveira – São Paulo/SP

Vanessa Ferreira da Silveira – São Paulo/SP

O que motivou a trabalhar com educação humanitária?

O que me motivou a trabalhar com educação humanitária foi desde a minha formação acadêmica em sociologia, como meu trabalho de proteção animal. Uma forma de juntar as duas coisas, que na verdade nunca deveriam estar separadas.

Como começou?

Comecei trabalhando projetos sobre guarda responsável e bem estar animal.

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Maria Aparecida Gomes de Negreiros – Rio de Janeiro/RJ

Maria Aparecida Gomes de Negreiros – Rio de Janeiro/RJ

O que motivou a trabalhar com educação humanitária?
O desejo de viver em um mundo onde a vida seja respeitada e valorizada. O maior desafio da Humanidade é conseguir equilibrar o nosso próprio convívio e estabelecer essa mesma harmonia entre nós e as outras espécies. Trabalho por um “despertar”, e vejo um caminho ao defender o respeito pelas espécies cuja linguagem nos é desconhecida, cujos gritos de sofrimento não são compreendidos.

Como começou?
Desde criança sofro ao ver animais abandonados, esfomeados, doentes, aprisionados em gaiolas ou jaulas. Achava que o meu sofrimento seria amenizado pela maturidade, mas o tempo não diminuiu as minhas preocupações. Quando conheci de perto uma situação limite de destruição ambiental no Mato Grosso, percebi que era preciso ir muito além do que já fazia. Então conheci a Educação Humanitária, por meio do Instituto Nina Rosa, e vi que poderia trabalhar de forma mais estratégica em defesa da vida.

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Francisco Athayde – Salvador/BA

Francisco Athayde – Salvador/BA

O que motivou a trabalhar com educação humanitária?
A necessidade de passar novos valores para as crianças, os jovens e os adultos. Valores em respeito a todas as formas de vida. Uma educação que desperte a compaixão.

Como começou?
Começou em 2007, quando percebi que tinha que fazer algo para ajudar as pessoas a refletirem sobre suas ações com todos os seres vivos, levar o conhecimento que aprendi até elas, o exemplo, para com isso possibilitar a formação de um ser humano mais pacífico.

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Cristiani Freitas Ferreira – Mogi das Cruzes/SP

Cristiani Freitas Ferreira – Mogi das Cruzes/SP

O que motivou a trabalhar com educação humanitária?
Como educadora comprometida com as questões sócio-ambientais, realizei dezenas de projetos focados nas relações entre as pessoas e com o meio ambiente durante toda minha carreira na educação. Minha formação de historiadora me fez uma pessoa inquieta com o senso comum sobre as abordagens relacionadas aos temas ambientais, como por exemplo o ensino sobre valores e sobre animais que usualmente é desenvolvido nas escolas. Levamos para a prática educativa nossos modos de “ver” e de “fazer” o mundo, assim, coloquei em ação a valorização a toda forma de vida nos espaços onde atuei.

Como começou?
Toda ação começa com sonhos e planos. Assim eu comecei. Acreditando que cada criança, adolescente ou colega de trabalho possa desejar e atuar criando um outro mundo possível, em que o ser humano não se ache superior no direito de existir. Como toda ação educativa, ensinamos pelo exemplo, pela provocação de reflexões, pela mediação na produção de conhecimentos, pela sensibilização. Eu fiz isso tudo, muitas vezes, com projetos, com vivências, com práticas diferentes, dependendo de onde atuava como educadora.

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